Os hidratos de carbono são elementares para toda a gente, e ainda mais para um atleta. O corpo armazena este macronutriente, sob a forma de glicogénio, nos músculos e no fígado, mas uma hora e meia depois de treino intenso as reservas acabam. De modo que há que repô-las diariamente.
Esgotados os hidratos de carbono, é às gorduras que o corpo vai buscar energia, daí que seja errado um desportista eliminá-las da dieta, sobretudo as gorduras insaturadas.
A ingestão de líquidos também e fundamental pois a desidratação diminui a resistência física e a velocidade.
Quanto às necessidades proteicas, as de um atleta são ligeiramente superiores às de uma pessoa sedentária, não só por ter mais massa muscular, como pelo maior desgaste energético.
Se um atleta tiver uma alimentação variada e sem restrições não precisa de suplementos vitamínicos, a não ser por indicação médica.
Em dias de treino os especialistas aconselham a fazer cinco refeições – as mais ligeiras uma hora antes do treino, as mais substanciais três horas antes. Nos três dias que antecedem uma competição, deve ser reforçada a ingestão de hidratos de carbono.
Esgotados os hidratos de carbono, é às gorduras que o corpo vai buscar energia, daí que seja errado um desportista eliminá-las da dieta, sobretudo as gorduras insaturadas.
A ingestão de líquidos também e fundamental pois a desidratação diminui a resistência física e a velocidade.
Quanto às necessidades proteicas, as de um atleta são ligeiramente superiores às de uma pessoa sedentária, não só por ter mais massa muscular, como pelo maior desgaste energético.
Se um atleta tiver uma alimentação variada e sem restrições não precisa de suplementos vitamínicos, a não ser por indicação médica.
Em dias de treino os especialistas aconselham a fazer cinco refeições – as mais ligeiras uma hora antes do treino, as mais substanciais três horas antes. Nos três dias que antecedem uma competição, deve ser reforçada a ingestão de hidratos de carbono.



